domingo, 27 de outubro de 2019



o corpo pobre em poemas
desfaz a água caída
sobre o ventre,
conduz as luas à queda


abrupta

sobre as vertentes úmbrias,

e liquefaz as certezas,
transformando-se em algoz

de si mesmo,
isolado, desolado, perdido
e naufragado nas palavras
ausentes

Susana Duarte

 beija-me os olhos marejados  de ausências e ausenta-te de ti,  navegante flávio dos meus cabelos negros e das sombras  que me habitam. esto...