




(Fotos minhas)
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
existias muito antes de me dares à luz, talvez desde o tempo das cerejas ou dos invernos que preferias à canícula de Agosto. exi...
Outros tempos "Terra de encanto", em que Portugal era quase rei ,nos mares frios da Gronelândia e da Terra Nova! Já que tudo se fez para destruir o nosso poderio nas pescas, ao menos que nos reste a Saudade, nos barcos que falam sangue, suor e lágrimas, de famílias e marinheiros, impressa em navios como este!
ResponderEliminarBeijo de lusibero
Obrigada por passares cá, Lusibero. De facto, imaginar a vida daqueles homens,meses a fio, ao sabor das águas geladas, ali, naqueles belos mas apertados recantos, obriga-nos a pensar em sangue, suor, lágrimas...numa vida de mérito, sofrida e nem sempre devidamente valorizada. É ali, dentro do navio, que temos a noção, ainda que pequena, porque vamos só de visita, da grandiosidade daqueles homens.
ResponderEliminarBeijo amigo