domingo, 1 de novembro de 2015



por todas as madrugadas

de gritos suspensos,

por todas as folhas pecioladas

e de raízes ocultas,



deixo a palavra




e grito.




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 (sobre uma foto do amigo William Bigorna, e sem autorização prévia), escrevo: há aves que pousam, silentes, nos ombros da madrugada  (tão e...