a asa pesa, no vôodispersoda ave esmaecida,sempre que a fracturada plúmula é superiorà elevação da mente.a disforia dos olhosdesmente a flor brancada expectativa:
delirante o poema,obtusa a pele[fracturada a alma]Susana Duarte
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
olho para trás e não te vejo. olho em redor e não te vejo, apenas a Primavera canta desassombrada (assombrada eu pela ausência). olho par...
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