
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
06/08/2025 em crescendo, soluçam em mim dias e noites vazias onde, dantes, caminhava ao teu lado. queria tanto ver-te em sonhos. queria tan...
-
Coimbra, cidade mágica... Coimbra é noite, é luar e desassossego.. Coimbra é rua, multidão, palavras soltas. É mulher, sabedoria e tradição....
-
E porque hoje foi um belíssimo Domingo de sol...eis que peguei em mim e na minha tagarela companhia e lá fomos nós até Montemor-o-Velho. Hav...
-
quando vieres, traz os dedos da aurora, e amanhece nas dobras cegas do pescoço onde, ontem, navegaste os trevos do dia lo...
Porquê??? Definitivamente?? Ou fazes uma PAUSA como eu??? Acredito que voltarás....
ResponderEliminarBeijo amigo
Graça
mas vais voltar não vais?
ResponderEliminar:)
beijo
Walter
Claro que vai voltar!
ResponderEliminarE o pessoal que chega aqui vindo do Poesia Portuguesa onde acabou de ser publicado um poema seu, vai dar com a porta fechada? Não pode ser! :-)))