João Rasteiro, Paulo Ilharco, António Vilhena, Susana Duarte
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
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sei das rosas que amavas e da delicadeza do toque, ainda que as memórias obnibuladas pela dor, se ausentem ...









Como disse no face - todo SUCESSO do mundo para si! Depois de dois anos voltei, Susana... se desejar me visite na nova casa, pois o Infinito perdi mesmo!!!
ResponderEliminarmomentosbrancoepreto.blospot.com
tens digitalizado
ResponderEliminaro que tinhas escrito
o que disseste?