terça-feira, 10 de outubro de 2017



desabito a casa azul
-dos esqueletos ensimesmados-
onde corvos voam,

e habito o silêncio,
onde as memórias afastam as telas
e as névoas se tolhem de mim


-relembrando-me onde os sonhos
são pontes, e os olhos,
moradores nobres de vidas-outras.

Susana Duarte



2 comentários:

  1. Excelente poema.
    Tal como outros que li mais abaixo.
    Bom fim de semana, Susana.
    Beijo.

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  2. Muito obrigada, Jaime.
    Fico à espera das suas visitas.
    Um abraço, com votos de bom fim de semana.

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