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domingo, 5 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Poema 7 (em silêncio)



das rochas, o desabrochar


silencioso das flores. é a travessia


última das manhãs: aquela




que se faz silente, 


sob o marulhar 


dos dedos que procuram, no dia, 


o renascer da alma 


(onde as rochas perduram 


e o mundo recomeça a brotar 


das águas). 





Susana Duarte


do meu novo livro, "Pangeia", a sair


quarta-feira, 18 de maio de 2016

http://noticias.uc.pt/multimedia/videos/antonio-guterres-doutor-honoris-causa-pela-universidade-de-coimbra/

quinta-feira, 12 de maio de 2016



PANGEIA (excerto de poema do meu próximo livro de poesia)




(ouvindo Pedro Burmester, “Variações Goldberg” de J. S. Bach)




(...)
somos aves longínquas                         perdidas                         desencontradas quando, na dança das pernas,                            suamos verões e chuva rente aos olhos, lágrimas de seixo e lágrimas de água,             sobre pestanas límpidas               e espigas de trigo. somos corpos à beira de si mesmos,              cognoscentes dos perigos das pedras. somos construção, somos sonhos de união.                    continentes à deriva. deriva dos beijos. 

somos corpos à beira de um precipício.


deriva.

Susana Duarte

segunda-feira, 9 de maio de 2016

"Keep your face always toward the sunshine - and shadows will fall behind you."

.Walt Whitman.









 esquece o mundo e acomoda a respiração no seio da noite     que perdura. esquece a noite, desfaz os nós      do silêncio com que passaste e...