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domingo, 16 de novembro de 2014

EXISTIR


.não existo.

                                      não sou mais do que o eco ambíguo de uma noite sem voz



uma noite tirou-me o sonho,

outra noite tirou-me a voz




                                               .não me resta senão diluir-me nas marés.


Susana Duarte
"Pescadores de Fosforescências"
Alphabetum Edições Literárias
Dezembro de 2012



1 comentário:

 António Duarte, meu irmão 🫂 desprendes sorrisos  por entre as sombras dos ossos (como se fossem asas) e ornamentas os olhos  por sobre o s...