raros são os silêncios surdos.
os gestos,
esses,
nunca deveriam ser mudos.
Susana Duarte
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
quantas mortes cabem no coração dos pássaros? quantas mortes? quantas vidas esmorecem em cada vôo? quantas? quantas plúmulas há no vôo e...
casa em ruínas
ResponderEliminarabraçada de verde...
belo jogo
de trocadilhos
contraditórios
o qu' interessa é o gesto
ser belo
palavras que cantam
e suscitam
gestos
acções
absolutamente
necessárias
12.12.12"