Eis Abril. Hoje, como então, o Povo falou nas ruas. O Parlamento falou para si próprio.
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
Visualizações de página na última semana
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
esquece o mundo e acomoda a respiração no seio da noite que perdura. esquece a noite, desfaz os nós do silêncio com que passaste e...
-
E porque hoje foi um belíssimo Domingo de sol...eis que peguei em mim e na minha tagarela companhia e lá fomos nós até Montemor-o-Velho. Hav...
-
Há um cavalo alado, de asas pretas na noite de fogo, que teima em não se fazer dia. A noite de fogo é uma miragem no deserto, perdido na ver...
acho que na ARepública
ResponderEliminartb lá há povo em luta
por exemplo a intervenção do Jerónimo de Sousa:
http://www.uniralcobaca.blogspot.pt/2014/04/790225abril2014111111-40-anos-de.html
Uma correcção que urgia fazer. Obrigada, Rogério.
ResponderEliminar