nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
Visualizações de página na última semana
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
olho para trás e não te vejo. olho em redor e não te vejo, apenas a Primavera canta desassombrada (assombrada eu pela ausência). olho par...
Vi um pouco algumas imagens onde transparece a irreverência e a alegria dos jovens.
ResponderEliminar