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domingo, 1 de dezembro de 2013



as folhas caem sobre o ventre das memórias
e nascem do esquecimento do verão, e das ondas azuis do meu cabelo.
esqueceste-te das mãos. sobre elas, as ondas azuis,
(e depois de todas as névoas),
foste habitar os tempos e os lugares das lendas
dos marinheiros romanos.

onde quer que te saibas, navega seguro.
fico com as folhas, e com as ondas outras de ser apenas a folha caída
sob pés outrora seguros.


2 comentários:

 António Duarte, meu irmão 🫂 desprendes sorrisos  por entre as sombras dos ossos (como se fossem asas) e ornamentas os olhos  por sobre o s...