abraça os ramos que de mim se estendem para além do visível
ondula as águas com os braços claros do teu corpo
agita os seios da terra, na procura do ventre
sê, em mim, mais do que terra
revolvida. sê, em mim,
semente.
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
existias muito antes de me dares à luz, talvez desde o tempo das cerejas ou dos invernos que preferias à canícula de Agosto. exi...
bELA escOLHA
ResponderEliminarde paLAVRAS
no SER e no SEMEAR
e nesta teRRa qu'enCANTA
com bravíssimas
inspirAÇÕES
12.12.12"
gostei muitíssimo
ResponderEliminarcolecionei
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