.apetecia-me rasgar as veias
com que desenho as asas,
com que arrisco o voo,
com que derrubaria
ameias.
.apetecia-me rasgar as veias
com que desenho casas,
com que invento azuis
nos arabescos
da alma.
Susana Duarte
nada te resta, senão olhar-me de longe. sabes que habito outro plano, o do dia e da luz com que prossigo, todavia, sobre as flores submarinas. nada te resta, senão as lágrimas e o arrependimento. talvez possas ressurgir, noutras vestes, noutros seixos. mas serás sempre a sombra, a vida incompleta que se declina nos lugares que já não procuro.
domingo, 28 de agosto de 2011
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Lindo!
ResponderEliminarAndei lendo suas escritas, achei interessantes, você se expressa bem. Sou brasileiro, poeta de 18 Anos, procuro conhecer escritores de língua portuguesa independente da nacionalidade, e por esses dias comcei a querer montar um projeto onde reuniria textos de diversos autores, em documentos tipo livros eletrônicos. Se se interessar entre em contato: wix.com/antonioabade/principal (tem uma opção de contato lá e também pode ler alguns iz poemas que fiz)
ResponderEliminarFeliz Natal e Ano Novo.